domingo, 4 de agosto de 2013

Valdson (Corinthians, 2004)

Quando o Casagrande disse, no meio da transmissão, que o Corinthians precisava "colocar alguém para marcar o Valdson", eu já sabia que a vaca tinha ido para o brejo. Em menos de 90 minutos, eles fez um gol contra, uma falta que deu origem a gol e, depois de furar uma bola fácil no meio campo, um pênalti que parecia demais um lance de futebol-americano. Se o Brasil fosse um país sério, a performance renderia alguma espécie de prêmio ao pior jogador que eu vi com a camisa do Corinthians.

Infelizmente, o demente não jogou somente essa partida com a camisa do Coringão. Foram várias outras apresentações em que ele achou uma boa ideia sair jogando e perdeu a bola, tentou chutar e pegou o adversário ou foi cabecear para longe e meteu a bola em condição perfeita para o gol contra sua própria meta. A bem da verdade é que não dava para esperar muito de um jogador que em sua entrevista inicial disse que "estava chegando ao Corinthians para tentar se projetar e depois para algum time grande".

Se eu não estiver muito enganado, ele, no Botafogo, tinha a condição de ídolo. Era basicamente uma espécie de, em tese, um Válber melhorado. Na prática, era um balde com pernas. Além de 200 bolas nas costas e 700 perdidas bisonhamente, levou a alcunha de Seu Boneco (graças ao tamanho da pança). Chegou mal e saiu pior. De acordo com a Wikipedia, depois de apresentar o futebol medonho no Timão, ainda assustou torcidas do Ceará, Paysandu, Boavista, Gama, Confiança, Sergipe, River Plate do Piauí e Itabaiana.

Abaixo, sua melhor apresentação pelo Timão.






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